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29 de novembro de 2016 às 11:30h

SESI inicia nas empresas campanha “ A Indústria contra o Mosquito”

Na ocasião, profissionais de saúde do SESI distribuíram uma cartilha da campanha e conscientizaram os trabalhadores sobre os riscos das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti.

O Serviço Social da Indústria do Piauí (SESI-PI) iniciou nesta terça-feira, dia 29 de novembro, na empresa Construtora Sucesso, a campanha “A Indústria contra o Mosquito!” Na ocasião, profissionais de saúde do SESI distribuíram uma cartilha da campanha e conscientizaram os trabalhadores sobre os riscos das doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti.

A edição da cartilha é do Conselho Nacional do SESI com iniciativa editorial do SESI do Piauí, que através das diretorias de educação e saúde trabalharam na coordenação de conteúdo fornecida em linguagem simples e direta para os 27 Departamentos Regionais do SESI e do SENAI.

“A cartilha é um instrumento de combate ao Aedes Aegypti e de prevenção contra a dengue, zika e chikungunya. Com ela o SESI amplia o alcance do programa A indústria contra o mosquito”, explica o superintendente do SESI do Piauí, Mardônio Neiva.

De acordo ainda com o superintendente, a publicação é da maior importância e visa proteger o trabalhador da indústria, seus familiares, estudantes do SESI, do SENAI e a comunidade em geral desse inimigo comum que é o Aedes Aegypti.

Na Construtora Sucesso, os profissionais da área de saúde do SESI, acompanhados do Técnico de Segurança do Trabalho da empresa, Pedro Júnior, percorreram diversos setores e pavilhões da empresa levando informações, orientando e conscientizando os trabalhadores sobre a campanha.

O trabalhador José Luis Farias, de 42 anos, que é Encarregado de Almoxarifado falou que já conhece muito bem a dengue, pois no ano passado foi acometido pelo mal. “Não quero nem pensar em passar por aquela situação de novo. Vou ler essa cartilha aqui de ponta a ponta para tomar os cuidados necessários e evitar de novo essa doença. A gente sente dores em todas as juntas do corpo e dá uma moleza que sé queremos apenas ficar deitado”, disse o trabalhador.

Jânio Holanda – ASCOM/FIEPI

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